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quinta-feira, 31 de março de 2016

Observação:
Nesse livro consta que Luiz Francisco de Barros é filho de Januária da Fonseca Barros.Ele é o filho mais velho de Francisco Luiz de Barros e Sabina Hilária da Fonseca Barros,a primeira esposa.
Depois da  morte de Sabina ele se casou com sua irmã Januária e teve outros filhos.
Na foto vemos Luiz Francisco,pai de Dario com sua esposa Jovita quando jovem e idosa.

Alexandre não é partidário da escravidão.Detalha a violência quanto ao escravo e se refere a uma sociedade que a aceita.Qualquer ideia generosa tem de se dobrar.Sensível ao clima de insegurança nas fazendas.

" Dans les années qui suivirent son arrivée au Brésil, il est surtout sensible au climat d’insécurité et de violence qui règne dans les fazendas (193). Les meurtres, les assassinats perpétrés par des noirs sur la personne de leur maître ou des administrateurs reviennent très souvent dans ses lettres - il faut remarquer toutefois que ce sont des amis, des parents qui en sont les victimes- en revanche, il ne traite qu’une fois, en termes généraux, des châtiments infligés aux esclaves. Alors qu’il a dû participer à une chasse à l’homme et rechercher un noir qui s’était enfui après avoir tenté de tuer son feitor, Alexandre évoque la peine du fouet que subira le meurtrier : ce nègre recevra le fouet pendant quinze jours ; le fouet brêsilien fait jaillir le sang à chaque coup, on ne frappe que sur la poitrine et sur le dos, chaque jour on débride les plaies avec un couteau et l’on panse avec du vinaigre, de l’eau de vie, de l’eau et du sel, ou du jus de citron. . . (194). Il y a une sorte de justification dans le fait que cela se pratique dans toutes les fazendas : la violence reconnue et admise par toute une société n’est pas répréhensible. Au contact de la réalité, sous la pression du milieu ou de la peur, les idées généreuses sont souvent amenées à s’infléchir. Alexandre vivant au milieu d’esclaves, dans la crainte constante d’être attaqué, a un réflexe d’autodéfense."

Alexandre não é partidário da escravidão.Detalha a violência quanto ao escravo e se refere a uma sociedade que a aceita.Qualquer ideia generosa tem de se dobrar.Sensível ao clima de insegurança nas fazendas.

" nos anos que se seguiram a sua chegada ao Brasil, é especialmente sensível ao clima de insegurança e de violência que reina nas fazendas (193). Os assassinatos, os assassinatos perpetrados por negros sobre a pessoa do seu mestre ou dos administradores voltam muito frequentemente nas suas cartas - note, no entanto, que são dos amigos, dos pais que são as vítimas-Em contrapartida, não trata que Uma vez, em termos gerais, dos castigos infligidos aos escravos. Então que ele teve de participar de uma caça ao homem e procurar um negro que fugiu após ter tentado matar o feitor, Alexandre evoca a pena do chicote que sofrerá o assassino: este negro receberá o chicote durante quinze dias; o chicote Brêsilien fez jorrar o sangue a cada golpe, não se bate no peito e nas costas, cada dia teremos descodifico as feridas com uma faca e se empanturrar com vinagre, água da vida, da água e do sal , ou do suco de limão. .. (194). Há uma espécie de justificação no fato de que isso se prática em todas as fazendas: a violência reconhecida e admitida por toda uma sociedade não é condenável. Em contacto com a realidade, sob a pressão do meio ou da medo, as ideias generosas são frequentemente trazidas a se inverter. Alexandre vivo no meio de escravos, no medo constante de ser atacada, tem um reflexo de autodefesa."
O índio,brutalizado pelo álcool,agredido e desapropriado pela civilização .
Alexandre trata-o de forma humanizada ,distinta.

"Du reste, ils n’ont pas troqué leurs croyances contre la religion nouvelle ; le dieu Tupan règne toujours sur la forêt, même si l’Indien se laisse baptiser, comme le remarque Ida Pfeiffer, il le fait dans l’espoir d’obtenir une bouteille de tafia (191), cet alcool, dangereux remède a tous leurs maux et qui leur semble plus efficace que leurs pratiques ancestrales : au dernier clair de lune - explique Manoé à son médecin, fournisseur et patron occasionnel - un vendredi, à minuit, j’ai sauté trois fois sur une liane mais rien n’y a fait ; il n’y a que l’eau de feu pour me guérir. (192 Alexandre ne fait aucun commentaire. Pour le médecin, l’Indien c’est le pauvre bougre. fl dépossédé, abruti par l’alcool. Ni assimilé, ni assimilable, il a perdu son monde propre sans tirer profit de la civilisation qui l’agresse. La connaissance des individus, un contact prolongé avec eux, lui donne une vision plus humaine, moins artificielle que beaucoup de voyageurs. C’est ce qui distingue le plus souvent son témoignage du leur ; l’Indien n’est plus un objet de curiosité mais un être avec lequel on travaille, que l’on aide, que l’on tance aussi parfois, et qui n’est pas sans générosité, sans grandeur même, avec celui qui cherche à le comprendre."

O índio,brutalizado pelo álcool,agredido e desapropriado pela civilização .
Alexandre trata-o de forma humanizada ,distinta.

" de resto, eles não tenham trocado suas crenças contra a religião nova; o Deus tupan ainda reina sobre a floresta, mesmo se o índio se deixa batizar, como observação ida pfeiffer, ele o faz, na esperança de obter uma garrafa de Tafiá (191), Esse álcool, perigoso remédio tem todos seus males e que lhes parece mais eficaz do que as suas práticas ancestrais: ao último luar - explica manoé ao seu médico, o fornecedor e chefe ocasional - um sexta-feira, à meia-noite, eu pulei três vezes em uma Liane mas nada fez; não há do que a água de fogo para me curar. (192 Alexandre não faz nenhum comentário. Para o médico, o índio é o pobre coitado. Fl desapossado, idiota pelo álcool. Nem equiparado, nem equiparável, ele perdeu seu mundo próprio sem tirar proveito da civilização que o agressor. Conhecimento dos indivíduos, um contato prolongado com eles, dá-lhe uma visão mais humana, menos artificial que muitos viajantes. É o que distingue o mais frequentemente seu testemunho do seu; o índio não é um objeto de curiosidade mas um ser com quem trabalhamos, que se ajuda, que se fes também às vezes, e que não é sem generosidade, Sem grandeza mesmo, com aquele que procura a compreendê-lo."
Observação:Do Carangola significa que veio da Região do Carangola.Diz a história que nasceu na Fazenda São Joaquim,onde morava Alexandre Brethel,seu bisavô.
Ainda não encontrei sua certidão.Aí certificarei.
Alexandre provê o sustento do índio sem seu habitat e eles já sem o vigor e as possibilidades de seus antepassados.

"Un peu plus tard, quand Alexandre connaît mieux les Indiens, qu’il les cotoie, les soigne, leur vient en aide, on peut glaner dans ses lettres des renseignements sur leur vie et leurs croyances. Mais Bréthel n’a aucune prétention d’ethnologue. L’Indien, au contact des blancs, dans un milieu profondément modifié, n’a plus ni la vigueur ni les possibilités de ses ancêtres. Il construit encore sa cabane et dort dans des hamacs tissés de lianes ; il a conservé son arc et ses flèches, armes pour se défendre autant que moyen d'assurer sa nourriture, mais aujourd’hui les territoires de chasse n’offrent plus autant de gibier, les forêts disparaissent et les animaux avec elles ; de plus, les chasseurs, diminués par les effets de l’alcool, n’ont plus la main aussi sûre. Les Indiens, meurent de faim. Manoé, ses deux femmes et ses enfants sont dans un extrême dénuement. Alexandre doit,à plusieurs reprises, subvenir à leurs besoins et leur fournir les vivres qu’ils sont incapables de se procurer par eux-mêmes ( 190).
De l’européen, le Puri a adopté la tenue, usagée il est vrai : un vieux chapeau de ;eutre sans fond, une chemise en guenilles et un pantalon tout troué qui descendait à peine jusqu’aux genoux. Ils gardent cependant leur collier de dents de tigres et dedéfen-"Alexandre Brethel, farmacêutico e plantador francês no Carangola "- Françoise Massa-1972-Paris-P. 75

Alexandre provê o sustento do índio sem seu habitat e eles já sem o vigor e as possibilidades de seus antepassados.

" um pouco mais tarde, quando Alexandre conhece melhor os índios, que ele os viajo para atender, cura-as, a sua ajuda, podemos catar nas suas cartas de perguntas sobre sua vida e suas crenças. Mas bréthel não tem nenhuma pretensão de antropólogo. O Índio, ao contacto dos brancos, num meio profundamente modificado, não tem mais nem a vigor nem as possibilidades de seus antepassados. Ele construiu ainda mais a sua cabana e dorme nas espreguiçadeiras tecidos de videiras; ele manteve o seu arco e suas flechas, armas para se defender tanto como forma de garantir a sua comida, mas hoje os territórios de caça não oferecem mais tanto de caça, os Florestas desaparecem e os animais com elas; além disso, os caçadores, diminuídas pelos efeitos do álcool, não têm mais a mão tão segura. Os índios, morrem de fome. Manoé, as suas duas mulheres e seus filhos estão numa extrema miséria. Alexandre deve, em várias ocasiões, para satisfazer as suas necessidades e fornecer-lhes os mantimentos que eles são incapazes de obter por si mesmos (190).
O Europeu, o puri adotou a realização, usada é verdade: um chapéu velho de; eutre sem fundo, uma camisa em trapos e calças tudo cheio de buracos que descia a pena até aos joelhos. Eles guardam no entanto seu colar de dentes de tigres e dedéfen -" Alexandre Brethel, farmacêutico e plantador francês n carangola "- Françoise Massa-1972-Paris-P. 75




Texto com descrição belíssima,poética.
"Nous avons cependant une page curieuse sur les tangarás ou dançadores dont il a bien observé les évolutions. Ce sont des oiseaux qui dansent. Ils sont cinq, le musicien est sur la branche la plus élevée, les quatre danseurs sont échelonnés sur des branches plus basses. Ils sont gros comme un moineau et portent un beau costume de bal : tête jaune-orange, corps vert-sombre, pattes d’un noir grisâtre. Le musicien donne un trille,les danseurs remuent leur plumage ; la musique continue et les oiseaux dansent en mesure ; ils sautent en cadence d’une branche à une autre, montent, descendent, se succèdent les uns aux autres : arrive le point d’orgue, tous s’arrêtent. Nouvelle musique, nouvelle danse ; enfin danseurs et musiciens sont épuisés. Les pattes tremblottent de fatigue (...) musiciens e: danseurs s’alignent sur la même branche, posent la tête sous l’aile, cachent l’une des pattes dans le duvet et s’endorment (175). La forêt, la nature qui l’entourent sont évoquées en quelques lignes seulement mais qui suffisent à tracer à grands traits un paysage, à définir une atmosphère : une terre lointaine, des collines couvertes de café, puis la forêt vierge à l’éternelle et sombre verdure. Le soleil se couche dans un lit de feuillage, les Nègres reviennent du travail, les bruits du jour cessent pour laisser causer les mille voix de la nuit. C’est semble-t-il cette heure de la journée qu’il préfère. Sensible au jeu de la lumière
Texto com descrição belíssima,poética.

" mas nós temos uma página curiosa sobre os tangarás ou dançadores que ele bem observado as evoluções. São aves que dançam. Eles são cinco, o músico é no ramo a mais elevada, os quatro dançarinos são escalonadas sobre galhos mais baixos. Eles são grandes como um pardal e usam um terno de baile: cabeça amarelo-Laranja, corpo verde-escuro, patas de um preto cinzento. O músico dá um trinado, os bailarinos mexem sua plumagem; a música continua e as aves dançam em medida; eles saltam em cadência de um ramo para outra, sobem, descem, sucedem-se uns aos outros: chega o ponto de percussão, Todos param. Nova música, nova dança; finalmente bailarinos e músicos estão exaustos. As patas tremblottent de cansaço (...) Músicos e: Dançarinos se alinham no mesmo ramo, levantam a cabeça debaixo da asa, escondem uma das patas no penugem e adormecem (175). A Floresta, a natureza que o rodeiam são evocadas em poucas linhas somente mas que são suficientes para traçar a grandes traços de uma paisagem, a definir uma atmosfera: uma terra distante, das colinas cobertas de café, em seguida, a floresta virgem à eterna e escuro verdura . O sol põe-se em um leito de folhagem, os pretos voltando do trabalho, os sons do dia param para deixar causar as mil vozes da noite. É parece que ele esta hora do dia que ele prefere. Sensível ao jogo da luz







BRETHEL,se encanta pelo Brasil pitoresco.Seu tio sente que ,agora,a Europa não tem mais lugar em sua vida.

Pendant les premières années de son séjour, notre brésilien a le souci de donner à ses correspondants une idée précise et diverse du monde où il vit. Il n’est presque ja¬mais question de malade ou de remède, il préfère raconter ses promenades, et il le fait avec beaucoup de vivacité. Il réinvente un voyage Rio de Janeiro-Carangola. Plantant un décor de verdure il l’anime en y intégrant les animaux de la forêt. Chaque élément est accompagné d’une remarque ou d’une phrase qui n’est pas une simple description botanique ou zoologique, il fait ressortir les traits particuliers de chacun d’eux. Ainsi l’angelim c’est l’arbre qui pleure ; au milieu des plus fortes .chaleurs du jour ses feuilles distillent de l’eau. Un peu plus loin le timbô est une liane flexible et mince qui descend comme une drisse de pavillon[ . ..] une infusion d’une légère partie d’elle serait la mort prompte et sûre (169). De nombreux auteurs assurent en effet que le Muriaé est infesté par cette liane. Milliet de Saint-Adolphe écrit dans son dictionnaire : as àguas do Muriaé devem de ser perniciosas e talvez deixassem de ser-se se estirpassem estas plantas venenosas arroteando as terras e campos adjacentes. Nas margens desta torrente nasce espontaneamente o cipó venenoso que mata os peixes,chamado timbó ou tingué e a árvore a que se dão o nome de quarantimbó cujas raízes não são nocivas.

BRETHEL,se encanta pelo Brasil pitoresco.Seu tio sente que ,agora,a Europa não tem mais lugar em sua vida.
Durante os primeiros anos de sua estadia, nossa catalão tem a preocupação de dar aos seus correspondentes, uma ideia precisa e diversificado do mundo onde ele mora. Ele não é quase ja¬mais pergunta do doente ou de cura, ele prefere contar seus passeios, e fá-lo com muita vivacidade. Ele reinventa uma viagem rio de Janeiro-Carangola. Plantando um cenário de verdura ele o anime, integrando os animais da floresta. Cada elemento é acompanhado de uma nota ou de uma frase que não é uma simples descrição botânica ou zoológico, realça as características particulares de cada um deles. Assim O Angelim é a árvore que chora; no meio dos mais fortes. Estro do dia suas folhas destile da água. Um pouco mais longe o timbô é uma trepadeira flexível e fino que desce como uma adriça do Pavilhão [. ..] Uma infusão de uma pequena parte dela seria a morte rápida e segura (169). Muitos autores asseguram que o Muriaé é flagelado por esta Liane. Milliet de Santo Adolfo escrito no seu dicionário: Tens Àguas do Muriaé têm feito de sor perniciosas e copias deixassem de sor-se se estirpassem estas plantas venenosas arroteando tens terras e campos adjacentes. Nas margens desta torrente nasce d ' espontaneamente o cipó venenoso que mata so peixes, chamado Timbó ou tingué e tem árvore tem que se dão o nomo de quarantimbó cujas raízes não são nocivas.